| INFORMAÇÕES
SOBRE A AGRICULTURA NO ESTADO DE MATO GROSSO.
ESTATÍSTICAS: O Estado de
Mato Grosso é um estado de vocação agrícola
com períodos distintos de chuvas e estiagens.
O período de chuvas inicia-se na segunda quinzena
de Setembro e chove até o fim do mês de Maio, sendo
que neste período o total da precipitação é
uma média de 2.200 mm, porém muito bem distribuída,
sendo que o maior volume ocorre nos meses de Janeiro e Fevereiro
que são os meses ou pelo menos o mês de Janeiro é
um mês que praticamente não existem colheitas e pôr
outro lado todas as plantações agrícolas já
se encontram implantadas, nascidas e agradecem os grandes volumes
de chuvas, as altas temperaturas e a alta umidade do ar. Isto faz
com que o Estado se pareça com uma grande estufa natural
onde às plantas encontram as condições ideais
para o seu desenvolvimento, com temperaturas médias de 32º
C durante o dia e de 20º C à noite.
Estas excelentes condições climáticas,
além de proporcionar uma grande produção média
por Há. Aumentam em até 4% o teor de proteína
na soja e até 2% no milho. Estas vantagens no momento não
estão sendo repassadas ao agricultor pelo fato de que ainda
os nossos produtos em sua maioria estão sendo transportados
para a região sul e sudeste e por isso misturados aos grãos
produzidos naquela região e assim quem leva estas vantagens
são os consumidores principalmente Europeus.
Mas como já é do conhecimento de grande
parte dos agricultores e comerciantes do ramo, já está
funcionando um sistema de transporte fluvial transmodal, que funciona
nos Rios Madeira e Amazonas no trecho de Porto Velho até
Itacoatiara, porém este até o momento encontra-se
sem concorrente e pôr isso ainda não está repassando
as vantagens que obtém com a diferença de proteína
e também o menor custo de frete, e obviamente ganha tudo
isto sozinho porque com certeza vende estes produtos por preços
bem melhores aos consumidores principalmente na HOLLANDA.
Porém, estes ganhos abusivos e sem concorrência
estão com os dias contados, pois já estão em
fase de implantação mais dois serviços de transportes
do mesmo estilo, sendo um no Rio Araguaia e outro no Teles Pires,
além do sistema via Bolívia até o Oceano Pacífico
que também esta sendo implantado.
E para baratear ainda mais custos de fretes já está
em fase bem adiantada a Ferrovia que liga MATO GROSSO à SÃO
PAULO bem como o transporte fluvial via Rio Paraguai até
Mar Del Plata na Argentina. Com a conclusão da implantação
de todos os sistemas de transportes acima referidos, que deverão
ser concluídos dentro de pouco tempo, com certeza o preço
pago ao produtor de soja e mesmo outros cereais como algodão,
milho, arroz, girassol, sorgo e outros, serão no mínimo
iguais aos preços praticados no Sul do país, ou até
melhores.
SEGURANÇA PARA O AGRICULTOR:
A regularidade dos volumes de chuvas, temperaturas, umidade relativa
do ar; horas de luz solar, bem como a intensidade desta luz solar,
fatos que podem ser facilmente comprovados nos dados estatísticos
anexos fornecidos pelo Ministério da Agricultura, todos estes
fatos dão uma margem muito grande de segurança aos
agricultores. Em nosso Estado a maioria dos agricultores, ca. 99%
não fazem uso de nenhum tipo de seguro agrícola uma
vez que se plantando na época certa, a colheita também
é certa.
.
TOPOGRAFIA: A região que nós denominamos
como AGRICOLA, é a região dos Chapadões como
por exemplo o dos Parecis, localizado no médio Norte do Estado
tendo o seu ponto inicial no divisor hidrográfico das Bacias
Amazônica Prata e nesse ponto também a sua maior altitude
em relação ao nível do mar onde as altitudes
variam de 650 até 850 m .
Boa parte deste chapadão é caraterizado pela região
dos cerrados, uma vegetação típica do Centro
Oeste do Brasil.
SOLO: O solo desta região
dos cerrados é do tipo misto nas partes mais altas, e arenoso
nas partes mais baixas e margens de córregos, nascentes e
rios, porém, este tipo de solo logo nos primeiros 30 km adentro
do chapadão se padroniza tendo nas partes mais altas um latossolo
vermelho (terra roxa), e nas partes mais baixas então o solo
misto. O que chamamos de misto é um solo composto de latossolo
argiloso vermelho (40%) e de areia (ca. de 60%), sendo que este
tipo de solo pode ser usado para agricultura no sistema de plantio
direto sem curvas de nível ou plantio convencional com curvas
ou terraços, onde for necessário devido à inclinação.
CUSTOS DE PREPARO DO SOLO: Os custos
de preparação do solo para mecanização
agrícola varia muito dependendo da densidade da vegetação.
Por exemplo, temos no Chapadão dos Parecis uma vegetação
rala, com poucos arbustres e conseqüentemente com um custo
de mecanização muito baixo. Do outro lado, na região
Norte do Mato Grosso, com as florestas densas, o custo do preparo
do solo e muito mais elevado.
INFRA-ESTRUTURA: Hoje Mato Grosso
possui uma infra-estrutura bastante desenvolvida, com centenas de
kms de estradas asfaltadas em muito boas condições
bem como estradas cascalhadas, transitáveis o ano todo. Praticamente
todas as grandes industrias e cooperativas de grãos estão
instaladas aqui. Temos silos capazes de armazenar a safra do estado,
localizados nos pontos estratégicos.
PREÇOS: Os preços
sempre variam muito em função de diversos fatores,
tais como: tamanho da propriedade, benfeitorias existentes (casas,
armazéns, curais, cercas, energia, telefone, abastecimento
de água etc.), percentual da área que se encontra
pronta para ser trabalhada com agricultura, pecuária ou outras
atividades, tipo da vegetação nativa à ser
desmatada, tipo de solo, argiloso, arenoso ou sujeito a drenagem,
distância da cidade, vila,
Posto de Abastecimento, Armazenamento de Soja e outros cereais bem
como da possibilidade futura de ligação a uma rede
de energia.
Mas para resumir, os fatores que fazem a variação
maior no preço para baixo ou para cima são:
- Distância da cidade que tem as infra-estruturas básicas
necessárias para a atividade pretendida .
- O tipo de estrada que dá acesso a esta cidade.
- O percentual pronto para o fim desejado, tipo de solo e porte
da vegetação nativa existente.
Com base nas considerações acima, podemos oferecer
terras a partir de R$ 150,00 ou a partir de 10 sacos de soja p/
há. As terras por este preço seriam terras localizadas
bem no início do Chapadão ou no final do mesmo. Já
na região denominada boca da mata, as terras mais caras seriam
terras com asfalto na cabeceira, energia elétrica, telefone,
casas e armazenamento com secador e no máximo 10 Km de alguma
cidade.
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CONDIÇÕES DE PAGAMENTO:
Assim como preço, também não existe uma tabela
com condições de pagamentos. Mas as condições
aqui no Mato Grosso não são muito diferentes do resto
do Brasil, cada negócio tem as suas próprias características
e condições convencionadas entre as partes, podendo
ser desde a vista até 3 ou mais anos para pagar. Tudo depende
muito do tamanho e do valor da propriedade. Ocorre também
com bastante freqüência que o comprador assume dividas
do vendedor junto à bancos, dividas estas que as vezes podem
ser pagas em até 10 ou mais anos, com juros baratos.
Geralmente os negócios têm um pagamento inicial mínimo
de 30%.
Existem também vendedores que aceitam receber como parte
de pagamento da venda do imóvel, propriedades rurais, urbanas
ou outras como máquinas.
CORRETAGEM: A corretagem pêlos
costumes tradicionais é por conta do vendedor, salvo entendimento
entre as partes que alterem esta condição.
No negócio em que entrar bens do comprador como parte de
pagamento, este terá que pagar a corretagem sobre o valor
destes bens cujo percentual será combinada no ato do negócio
dependendo do valor, cada caso terá o seu acerto.
Em seguida descrevemos algumas das mais importantes
regiões de Mato Grosso, como o Chapadão dos Parecis,
a região das florestas no Norte de Mato Grosso e também
o Pantanal.
CHAPADÃO
DOS PARECIS
Localizado no médio norte do Estado de MATO
GROSSO, que teve o início de sua colonização
nos anos 70, formado basicamente por Migrantes vindos em sua maioria
das Regiões Sul e Sudeste e hoje com gente de todos os Estados
da Federação. Várias cidades nasceram e cresceram,
algumas hoje com mais de 80.000 habitantes, praticamente todas as
principais rodovias já com asfalto ou então cascalhadas,
com energia elétrica em fase de implantação
na zona rural, com telefone convencional e celular nas cidades e
em parte também na zona rural.
COMERCIO: Atrás do desbravamento
e da implantação de grandes e produtivas lavouras,
apareceram as grandes industrias e exportadoras de grãos
em geral e se instalaram nas cidades e margens de rodovias, construindo
ali os seus enormes silos e armazéns, vieram da mesma forma
as concessionárias das mais diversas industrias de máquinas
agrícolas instalando as suas lojas e oficinas na maioria
das cidades desta região.
E vendo as cidades crescerem vieram também os demais segmentos
comerciais indispensáveis para a sobrevivência de uma
população, como a área de saúde e educação
também já se encontram instalados em níveis
satisfatórios.
ESTATICAS CLIMATICAS: Denominada
como a única estufa natural do Mundo, é assim que
os nossos clientes Europeus denominam esta região, sendo
estes clientes em sua maioria Agrônomos ou Técnicos
Agrícola, eles sabem o quanto é importante para agricultura
o tipo de clima que nós temos aqui, com temperaturas mínimas
de 20 e máximas de 35 graus centígrados, precipitação
pluviométrica média de 2.200 mm ano distribuída
num período de 9 meses, com evaporação, horas
e intensidades de luz solar e outras informações úteis
que poderão ser vistas nas informações dos
boletins do Ministério da Agricultura anexas.
SOLO: Toda esta região de
cerrados nos primeiros 300 Km. no sentido Norte Sul, que é
a região com cerrados de porte médio e leve, tem praticamente
só dois padrões de solo que é o latossolo vermelho
chamado de terra roxa e o arenoso (misto) que é uma mistura
de mais de 60% de areia e 40% de argila vermelha, este último
tipo de solo é predominante nas partes mais baixas, margens
de rios e córregos. Geralmente esta parte acaba ficando como
reserva legal obrigatória por lei que é de 20% , ou
então quando maior que os 20% podendo ser usada para pastagens
ou reflorestamentos.
No sentido Norte Sul toda esta região é
muito plana. Principalmente as partes mais altas entre dois rios
compõem-se do solo (argiloso) latossolo vermelho. Existe
sempre um declive no sentido Leste Oeste que é a caída
para córregos e rios.
FERTLIDADE: Os solos desta região
são relativamente pobres por natureza com o PH. variando
entre 4,80 a 5,20. Mas este PH. pode facilmente ser elevado para
os padrões aceitáveis com uma calagem de aproximadamente
5 ton./há. e após o primeiro plantio o nível
de matérias orgânicas, fósforo e potássio,
também chegam aos padrões desejáveis assim
que no segundo ano após desmatamento já se consegue
produção de 90% da capacidade máxima da região.
Em função do excelente clima temos aqui as mais altas
produtividades do país e com exceção do trigo
e milho também as mais altas produtividades do mundo.
PRODUÇÃO: Fazendas
bem administradas com plantio na hora certa, dosagem correta de
adubos, herbicidas, fungicidas e controle a tempo dos insetos invasores
e correção do solo dentro dos padrões, conseguem
colher uma média de 3.600 KG./há. de soja, 3.300 KG./há.de
algodão, 10.000 KG./há. de milho como safra principal
e até 6.000 KG/ha de milho após soja (safrinha), 6.000
Kg./há. de arroz em terras velhas com 2 ou mais anos de plantio
de soja e culturas como girassol, sorgo, milheto e outras que não
podemos informar produções por há. porque não
temos fontes com dados confiáveis.
A cana de açúcar produz muito bem nestes cerrados,
chegando a produzir 160 ton. no primeiro corte, 90 no segundo e
60 no terceiro corte.
Em campos experimentais com novas variedades de soja já se
atingiu produção de até 6.000 KG./há.
De arroz, milho, algodão e outros cereais existem também
novas variedades sendo testadas com produtividades surpreendentes.
Todos os tipos de reflorestamentos também
se adaptam muito bem à região dos cerrados tais como
Eucaliptos, Pinus, Pinho Cuiabano, Teca e mesmo o plantio da maioria
das variedades nativas das florestas amazônicas como Mogno,
cerejeira, jatobá e outras têm se adaptado muito bem
nestas terras, além dos plantios tradicionais de Seringueira,
Guaraná, Cacau, Pimenta do Reino, Coco da Bahia. Hoje existem
também experiências bem sucedidas no setor de frutas,
como a uva de mesa chegando a produzir até 20 ton./há.
e o mais surpreendente é que se consegue facilmente duas
colheitas ao ano com produtividade e qualidade idênticas.
Já existem também plantios de Mamão Papaia,
Maracujá, Abacaxi, Banana, Melancia, Melão e outras
frutas.
Com um clima livre de geadas, com chuvas e temperaturas
constantes, é fácil de se acreditar que num lugar
destes realmente tudo o que se planta dá.
PECUARIA: A pecuária nesta
região com altitudes acima de 600 m ao nível do Mar
é praticada mais como uma segunda fonte de renda para os
agricultores mecanizados que costumam fazer pastagens nas partes
com maior declive já mais pertas de rios, córregos
e nascentes onde além de ser mais enclinado também
o solo é mais arenoso.
Isto com um segundo objetivo que é o aproveitamento de ca.
de 40% da área de lavouras que em função da
capacidade geralmente pequena de máquinas não pode
ser aproveitada para dois plantios por ano. Então nesta área
planta-se o Milheto ou Sorgo, que já serve como diversificação
de cultura, necessária para o solo. No tempo da seca, com
cercas normais, provisórias ou elétricas coloca-se
o rebanho de gado nesta parte da lavoura, suprindo assim a falta
de capim nas pastagens normais. As propriedades maiores que tem
secadores próprios usam também os resíduos
da pré limpeza do milho, soja e outros cereais como fonte
alimentação auxiliar para o gado na época da
estiagem.
Nos referimos inicialmente à altitude, porque se o objetivo
do investidor for exclusivamente a pecuária, então
esta não é a região mais indicada para a criação
de gado, só se torna interessante junto com a agricultura.
As altitudes acima 500 m no período da seca tem sempre o
vento do sul e por isso um vento com temperaturas mais baixas e
conseqüentemente seco o que faz com as pastagens sequem ainda
mais e assim a criação ou engorda de gado não
suporte mais de 1,5 cabeça pôr há./ano. Para
duas ou mais cabeças/ano só se torna possível
com o aproveitamento de parte de áreas de lavouras ou com
semi-confinamento ou mesmo o confinamento total também funciona
muito bem.
Assim sendo aconselhamos os interessados em pecuária comprarem
fazendas ou áreas para tal finalidade na chamada Baixada
Cuiabana com altitudes sempre inferiores a 350 m. ou na Floresta
no Norte do Estado entre os paralelos 10 e 12. Sobre esta região
informamos em FLORESTA do Norte do Estado.
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FLORESTA DO NORTE DE MATO GROSSO
A região norte do nosso Estado é coberta
pôr densas florestas tipo floresta Amazônica com muita
madeira de lei e outras madeiras brancas com menos valor comercial,
algumas madeiras com restrição total de extração
outras bastante controladas aliás nenhuma totalmente liberada.
Para pessoas com interesse na exploração de madeiras
podemos a pedido fornecer mais dados, como quantidade de arvores
e metros cúbicos/há. de cada variedade com base em
dados fornecidos pelo Ministério das Minas e Energia (PROJETO
RADAMBRASIL), que temos em nossos arquivos.
Esta floresta como todos sabem tem uma fauna e flora muito rica
com muitas nascentes, córregos, ribeirões e rios piscosos.
INFRA-ESTRUTURA: Com exceção
de dois ou três municípios a região é
ainda mal servida de estradas e energia elétrica, porém,
educação, saúde e telecomunicação
todas as pequenas cidades tem o mínimo necessário,
bem como pistas de pouso para eventuais emergências também
existem.
Na nossa opinião a estrutura pública política
existente é pouca e fraca mas o suficiente para as atividades
agropecuárias daquela região que se restringe à
pecuária de cria e corte, madeireiras e pequenos agricultores
artesanais., É óbvio que a medida que a população
e a produção aumente os políticos acrescentarão
mais ao já existente, fala-se também na divisão
do Estado que teria Sinop ou outra cidade como capital, fato que
provavelmente contribuiria para um desenvolvimento mais rápido
daquela região.
Com o bom desempenho da pecuária já existem frigoríficos
abatedores de médio porte em ALTA FLORESTA, COLIDER, no Centro
Norte e em várias outras cidades na região Noroeste
e Oeste, fato este que faz com que os preços pagos aos produtores
de boi gordo sejam satisfatórios em relação
aos preços praticados na Capital Cuiabá.
Lojas que comercializam produtos para a pecuária em geral,
existem em todas as cidades oferecendo tudo para aquela atividade
por preços também dentro de padrões aceitáveis,
e com assistência médica veterinária.
O comércio de um modo geral é farto e oferece de tudo
para a população em geral desde o simples vaqueiro
até para os próprios fazendeiros e empresários.
TOPOGRAFIA: Esta região tem
uma topografia ondulada com pouca área mecanizável
para agricultura e pela forte mata existente o custo de mecanização
seria altíssimo, por isso é mais indicada para pecuária
e outras atividades que não exijam uma movimentação
anual de máquinas.
SOLO: O solo das florestas amazônicas
é um solo em sua maioria com PH. relativamente baixo, existem
porém, exceções em certos lugares manchas com
PH. chegando até a 6,0.
Mas via de regra a região toda tem uma variação
muito grande de padrão de solos inclusive com muitas manchas
grandes com pedras dos mais diversos tipos, porém, em qualquer
dos tipos de solo que se encontre, ele sempre é bom para
pastagens.
PREÇOS: Os preços
das terras como sempre em regiões novas em pleno desenvolvimento
variam muito, tendo como influência nestas variações
a localização em relação às vilas,
cidades, estradas e outras infra-estruturas temos assim terras com
preços a partir de R$ 70,00 p/ há. estas ainda com
estradas que permitem o acesso no período da seca. Existem
também terras com preços a partir de R$ 45,00, mas
neste caso sem estrada e o acesso só via aérea ou
por água. É óbvio que isto são preços
para terras brutas e a maioria delas estaria com toda a madeira
ainda intacta.
Fazendas com parte aberta variam também como poderão
ver nas ofertas neste site.
É bom lembrar que nesta região permite-se um desmatamento
de apenas 20%, pôr isto é importante fazer cálculos
de custos antes de se fazer a compra, pois compra-se 100 há.
e usa-se 20 há. ao paço que na região dos cerrados
é permitido o desmatamento de até 80%.
PANTANAL
O Pantanal Mato-grossense, acreditamos que não
há muito para se comentar em termos de venda de imóveis,
pois trata-se de uma região hoje praticamente toda destinada
à preservação da natureza salvo algumas fazendas
que já tem alguma estrutura feita para a criação
de gado e que estejam à venda.
SOLO: O solo do Pantanal normalmente
tem 60 à 80% alagado na época das chuvas e parte deste
na época da seca pode ser usado como pastagens por que o
capim natural existente é bem aceito pelo gado e os 20 à
40% restantes servem normalmente para a formação de
pastagens, porém, não se consegue mais licença
para o desmatamento desta área, então é desinteressante
comprar uma área bruta, assim sendo a única opção
é comprar fazendas prontas ou então comprar áreas
para exploração do setor de Turismo.
TURISMO: Na nossa opinião
ainda há muito para fazer no setor turístico não
só no Pantanal mas no Estado de Mato Grosso como um todo,
pois além do Pantanal o nosso estado tem uma flora e fauna
muito diversificada, nascentes, córregos e rios com lindas
exuberantes cachoeiras, tudo isto ainda muito pouco explorado.
Segundo noticias que circularam a pouco tempo nos jornais de Cuiabá,
o estado está prestes à receber um financiamento muito
grande para ser aplicado no setor turístico em geral.
Turismo não é a nossa especialidade, mas para pessoas
ou empresários que se interessem neste setor sempre temos
ofertas de áreas que podem ser destinadas ao turismo e à
pedido podemos fornecer maiores informações sobre
Turismo.
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